Em entrevista ao Valor Econômico, o coordenador do GPCEIS/CEE-ENSP/Fiocruz, Carlos Gadelha, destaca que não é sustentável um sistema universal que garanta equidade e ação integral sem que o Estado garanta pelo menos 6% do PIB.
Ele ainda aponta a necessidade de vincular financiamento com investimento pesado no Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) “para reduzir a dependência de importação e para que a produção nacional cubra 70% das necessidades do país”.
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