O coordenador do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, Rômulo Paes de Sousa, é um dos entrevistados de reportagem no jornal Valor sobre saúde e envelhecimento da população. “A realidade do consumo em saúde no Brasil devido à transição demográfica nos próximos anos reforça a necessidade de mudança no modelo de promoção de saúde, seja no setor público, seja no privado”, aponta a reportagem. A transição demográfica e epidemiológica pela qual passa o país é tema de seminário organizado pelo CEE, Perspectivas da Saúde no Brasil, que será realizado em junho, na Fiocruz.
Conforme o texto, Rômulo convida a evitar o “fatalismo” e a não tratar o tratar o tema como “problema incontornável” na saúde. Ele admite, no entanto, que desafios são grandes. “Perdemos o primeiro bônus demográfico e agora temos que focar no segundo bônus, que é ter uma longevidade que permita uma vida mais longa, mas com qualidade, e não uma velhice que sobrecarrega as políticas sociais”.
A reportagem entrevista também o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, que participará do seminário do CEE-Fiocruz em junho. Ele lembra que, quanto maior é a população idosa de um país, maior tende a ser o consumo em saúde. “A tendência no mundo inteiro é de as pessoas mais velhas terem mais doenças. E isso ocorre principalmente em um país medicalizado como o Brasil, com três farmácias no mesmo quarteirão. O Brasil não trata tanto a parte preventiva, que envolve manter a saúde com exercícios e alimentação”.
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