Brasil no centro do debate global sobre HIV/Aids

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Saúde e sustentabilidade

Brasil no centro do debate global sobre HIV/Aids


MS/Divulgação

POR CEE-FIOCRUZ

PUBLICADO 08/01/2026

Em 2026, a Fiocruz estará fortemente envolvida na AIDS 2026, a 26ª Conferência Internacional sobre Aids, que será sediada no Rio de Janeiro de 26 a 31 de julho e terá como rema Repensar, Reconstruir e Ascender. O evento da Sociedade Internacional de Aids (IAS) acontece pela pela primeira vez na América do Sul econtará com o apoio do Ministério da Saúde, da Fiocruz, da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia).

Visite o site do evento: https://www.iasociety.org/conferences/aids2026

Por meio da Casa Oswaldo Cruz, a Fiocruz está promovendo, ainda, até o dia 30 de janeiro, em parceria com o Ministério da Saúde, a exposição “40 Anos da Resposta Brasileira à Aids” em Brasília, no Sesi Lab – museu interativo de ciência, arte e tecnologia. Com a participação do Museu da Vida Fiocruz, a exposição, inaugurada dia 1º de dezembro de 2025, destaca o protagonismo do Brasil na luta contra o HIV/Aids, trazendo relatos de vida, documentos históricos, recursos digitais, obras de arte e campanhas emblemáticas para recuperar a memória coletiva da epidemia no Brasil.

O sucesso do Brasil na luta contra a AIDS, foi reconhecido, em dezembro último, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que certificou o país pela eliminação da transmissão vertical (de mãe para filho) do HIV. De acordo com Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS (programa das Nações Unidas que tem como objetivo liderar e coordenar a resposta global à epidemia de HIV/AIDS ), o Brasil é o primeiro país com mais de 100 milhões de habitantes a alcançar esse feito. “E fizeram isso adotando o que sabemos que funciona — priorizando a cobertura universal de saúde, enfrentando os determinantes sociais que impulsionam a epidemia, protegendo os direitos humanos e até — quando necessário — quebrando monopólios para garantir o acesso a medicamentos”, explicou a diretora.

“A eliminação da transmissão do HIV de mãe para filho é uma grande conquista de saúde pública para qualquer país, especialmente um tão grande e complexo como o Brasil”,  ressaltou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. Ele avalia que o país mostrou que “com compromisso político sustentado e acesso equitativo a serviços de saúde de qualidade, todo país pode garantir que toda criança nasça livre do HIV e que toda mãe receba o cuidado que merece.”

Com informações da OMS e da Fiocruz.

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